sexta-feira, 25 de junho de 2010
Sem coragem, renuncia.
Quando eu vou poder te esquecer?
Quanto tempo ainda haverei de pensar em nós?
Por quantas noites mais ficarei insone com você no pensamento?
Quanta esperança ainda terei pra esperar a sua volta?
Quanto irá durar a sua teimosia em ficar longe?
E essa estupidez em esconder os fatos?
E os sentimentos...
Por que você precisa ser assim?
Injusto e complicado?
E inocente e maldoso?
Como uma borboleta, esse amor morreu em 24 horas em seu peito
Mas no meu, vive como poeira ao vento, salitrando meu sentimento
E meu nobre recolhimento,
Em mim mesmo,
Como se este vento pudesse, de uma vez
Trazer você de volta.
Tiê – 25/06/2010
Quanto tempo ainda haverei de pensar em nós?
Por quantas noites mais ficarei insone com você no pensamento?
Quanta esperança ainda terei pra esperar a sua volta?
Quanto irá durar a sua teimosia em ficar longe?
E essa estupidez em esconder os fatos?
E os sentimentos...
Por que você precisa ser assim?
Injusto e complicado?
E inocente e maldoso?
Como uma borboleta, esse amor morreu em 24 horas em seu peito
Mas no meu, vive como poeira ao vento, salitrando meu sentimento
E meu nobre recolhimento,
Em mim mesmo,
Como se este vento pudesse, de uma vez
Trazer você de volta.
Tiê – 25/06/2010
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