
Na utopia dos meus dias, as trevas trazem a paz.
Mas os vultos ainda suplicam por perdão.
As palavras já não dizem mais nada.
E o silêncio do cemitério é quebrado por vozes que sussurram promessas não cumpridas e que ainda não foram feitas.
E das lágrimas de uma criança que nunca nasceu, brotou um poema, que jamais será escrito.
E os amigos que nunca tive choram a morte de alguém...
...que nunca morreu.
Tiê

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