segunda-feira, 31 de maio de 2010
Quando a esperança se esvai como água de rio contra o mar é maremoto.
O corpo inerte segue a esmo na terrível vontade de reencontrar o que foi perdido...
E quem perdeu?
De quem foi a culpa?
O que é o medo se não o inimigo do sonho? Do desejo...
O que é a vaidade se não a vontade de ser o que se é mas se tem receio de o ser?
O corpo inerte segue a esmo na terrível vontade de reencontrar o que foi perdido...
E quem perdeu?
De quem foi a culpa?
O que é o medo se não o inimigo do sonho? Do desejo...
O que é a vaidade se não a vontade de ser o que se é mas se tem receio de o ser?
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