quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Sem culpas
“Não há a quem culpar que não seja a mim
Deixei-me cativar e chorarei um pouco com este equívoco
Não poderei cobrar sequer uma lágrima da qual meus olhos derramarão
Pois sou culpado diante de todos
Réu dos meus próprios sentimentos
Que, por ti, jogados a esmo
Flutuaram na brisa fresca e a mim retornaram
Sem nem sequer serem tocados
É uma tristeza que irei compartilhar agora
Querendo que fosse só amor..
Mas não há por que se arrepender
Pois, é nessa verdade que habito meus sonhos
Neste sonho que moras tu
E morará sempre, pois uma porta aberta,
Mesmo que esquecida
Aberta estará..
Sempre..”
Deixei-me cativar e chorarei um pouco com este equívoco
Não poderei cobrar sequer uma lágrima da qual meus olhos derramarão
Pois sou culpado diante de todos
Réu dos meus próprios sentimentos
Que, por ti, jogados a esmo
Flutuaram na brisa fresca e a mim retornaram
Sem nem sequer serem tocados
É uma tristeza que irei compartilhar agora
Querendo que fosse só amor..
Mas não há por que se arrepender
Pois, é nessa verdade que habito meus sonhos
Neste sonho que moras tu
E morará sempre, pois uma porta aberta,
Mesmo que esquecida
Aberta estará..
Sempre..”
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Um aprendizado imprescindível...
ResponderExcluirOutros e outros bons momentos a esse se sucederão...
Bjosss...