Lord Byron

"Na vida do homem, o amor é uma coisa a parte, na da mulher, é toda a vida."

"Os espinhos que colhi, são da árvore que plantei."

"Ainda que tivesse que ficar só, não trocaria a minha liberdade de pensar por um trono."

"Não falo, não suspiro, não escrevo seu nome. Mas a lágrima que agora queima a minha face me força a fazê-lo"

"Coma, beba e ame: o resto, de que nos serviria?"

"Hoje é dia de vinho e mulheres, alegria e risadas. Véspera de sermões e muita água mineral.”

A vida é como o vinho: se a quisermos apreciar bem, não devemos bebê-la até a última gota.

“Quem ama mente.

...e a última, mas não de menor importância...

“Nada escrevi que prestasse até que comecei a amar”


Como faz mal ao sonho concebê-lo!

Sossega, coração! Não desesperes!
Talvez um dia, para além dos dias,
Encontres o que queres porque o queres,
Então livre de falsas nostalgias,
Atingirás a perfeição de seres.

Mas pobre sonho o que só quer não tê-lo!
Pobre esperança há de existir somente!
Como quem passa a mão pelo cabelo
E em si mesmo se sente diferente,
Como faz mal ao sonho o concebê-lo!

Sossega coração, contudo! Dorme!
O sossego não quer razão nem causa.
Quer só a noite plácida e enorme,
A grande, universal, solene pausa
Antes que tudo em tudo se transforme.

Fernando Pessoa - Poemas Esotéricos

terça-feira, 21 de junho de 2011

Abdico!

Hoje decidi deixar você partir
Mesmo me partindo o coração
Agora, meu bem, você já pode ir

Pode regressar à sua vida perfeita
Sem as interrupções incertas
De um coração carente feito o meu

Volte para aquela que lhe faz bem
Embora eu sei que faça bem também
E mais ainda sei que faria melhor ainda

Finja a vida inteira que jamais me conheceu
Nem corpo nem alma
Nem som nem desejo

Não lembre pois que foi por um beijo
Que me apaixonei
E, assim me entreguei

Mas não se arrependa da escolha
E não se queixe de infelicidade
quando se der por perdido

Vendo que conservou um amor partido
Que partia sempre que podia
Sem pensar te dava as costas

Saiba, meu bem
Sempre esperei em silêncio
Mas agora pelo caminho sigo

De você eu abdico!
Oh meu amor, talvez me esqueça
Ou para mim, de vez, apareça!

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