quinta-feira, 21 de abril de 2011
Feriado
E se torna indecisão esse vazio que me trai
Nesse misto de triste alegria,
Onde encontro em parte do meu dia
Na solidão dos meus pensamentos a insanidade alheia me distrai
E vivo um dia inteiro fora do meu normal..
Na ânsia natural existe uma imensa tentação
E não sei se responde ao meu calor carnal
Mesmo assim também não me diz NÃO
Digo coisas que não sei dizer
Bebo coisas que não quero beber
E nem isso eu sei fazer
Me prendo então dentro de mim mesmo
Pra não ferir nada mais que meus próprios sentimentos
E me escondo desse turbilhão dentro do meu violão
Cantando em ré desafinado o dilema do meu estranho feriado
Com os sentidos esquecendo – se da razão
Como se a alma se dividisse ao meio e eu pudesse ser qualquer outro
Que não eu
Pra, pelo menos ter certeza da verdade
E descobrir se pode haver duas metades
Como se duas vidas pudesse viver
E dentro delas escolher a melhor que eu saiba viver..
Nesse misto de triste alegria,
Onde encontro em parte do meu dia
Na solidão dos meus pensamentos a insanidade alheia me distrai
E vivo um dia inteiro fora do meu normal..
Na ânsia natural existe uma imensa tentação
E não sei se responde ao meu calor carnal
Mesmo assim também não me diz NÃO
Digo coisas que não sei dizer
Bebo coisas que não quero beber
E nem isso eu sei fazer
Me prendo então dentro de mim mesmo
Pra não ferir nada mais que meus próprios sentimentos
E me escondo desse turbilhão dentro do meu violão
Cantando em ré desafinado o dilema do meu estranho feriado
Com os sentidos esquecendo – se da razão
Como se a alma se dividisse ao meio e eu pudesse ser qualquer outro
Que não eu
Pra, pelo menos ter certeza da verdade
E descobrir se pode haver duas metades
Como se duas vidas pudesse viver
E dentro delas escolher a melhor que eu saiba viver..
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